sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Nostalgia da Infância


A infância de antigamente, não tinha maldade, eram momentos de pura ingenuidade. Tempos bons eram aqueles, onde tudo encantava e os pensamentos fantasiosos transbordavam magia.
Uma época em que poucos brinquedos existiam, mas a imaginação fluía e divertia. As árvores eram torres de castelos encantados, a caixa de areia, um grande forte de batalha, e tantas outras fantasias que faziam tudo se transformar em alegria nos finais de tarde.
Brincar, correr, esconder-se, ser rei ou rainha, mãe ou filho, no nosso mundo de criança tudo era permitido, não havia medo, dor nem preconceito, tínhamos o mundo em nossas mãos, éramos felizes e não sabíamos. Hoje, apesar de toda tecnologia e realismo que os brinquedos possuem, pois, andam, falam, comem, fazem rir, as crianças não se divertem como antigamente.
Todos querem diversão, mas não sabem onde encontrar, e buscam na tela de um computador aquilo que se pode criar, elas não sabem ser crianças, aquelas de verdade, que tinham em suas mentes brincadeiras "arquivadas", era só falar: "Vamos brincar!", que todos sabiam como e onde se encontrar.
Pega-pega, pique-esconde, amarelinha e sete pedras eram essas as brincadeiras que nos faziam sonhar. Tínhamos muitos amigos com os quais podíamos compartilhar nossas alegrias, frustrações e sonhos. A amizade era olho no olho, ríamos e de vez em quando brigávamos, mas sempre fazíamos as pazes e voltamos a brincar.
Contudo, atualmente, muitas crianças não se relacionam muito bem com outras, não possuem a essência de compartilhar bons momentos, tampouco brincam como antes, pois a infância cedeu lugar à tecnologia.
Estas só querem saber de celular, iPod, notebook, XBox e coisas do gênero. Acabamos perdendo nossas crianças para o mundo atual, que lhes tira a infância dando-lhes como prêmio obesidade, colesterol alto, agressividade, depressão e individualidade, tornando-as pessoas arrogantes.
Não há nada de mal em desfrutar da modernidade, mas é essencial que as crianças desfrutem do convívio com as outras, que possibilitará a interação e o aprendizado de valores importantes com a solidariedade, o respeito e a amizade.
Enfim, a criança não pode perder sua essência de ingenuidade, de curiosidade, de acreditar na fantasia, de ser simplesmente feliz.

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